"Burgernomics is based on the theory of purchasing-power parity, the notion that a dollar should buy the same amount in all countries. Thus in the long run, the exchange rate between two countries should move towards the rate that equalises the prices of an identical basket of goods and services in each country. Our "basket" is a McDonald's Big Mac, which is produced in about 120 countries. The Big Mac purchasing-power parity is the exchange rate that would mean hamburgers cost the same in America as abroad. Comparing actual exchange rates with PPPs indicates whether a currency is under- or overvalued."
E ontem eu li na Economist um [artigo] em que há uma comparação do número de horas necessárias trabalhadas para se comprar um Big Mac entre diversas cidades.

São Paulo com 40 min, levemente acima da média global
Na minha ingênua cabeça fora do mundo das finanças, surgiram muitos pensamentos, como o que se compra com o valor de um Big Mac em Chicago e em São Paulo. Depois de morar aqui um tempo, você vê uma grande diferença entre um McDonalds aqui e no Brasil. Nos EUA, Big Mac é comida de gente simples, que não consegue bancar uma comida de melhor qualidade. Ele custa $5, enquanto um sanduíche do Pret, por exemplo, que é mais balanceado, custa $10. Já em São Paulo, Big Mac é um luxo, e com o valor de um Big Mac se compra um ótimo prato de comida em um "kilo" simples em diversos cantos da cidade. E aí, então, o indíce Big Mac está furado?
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